“Felizes os que pranteiam, porque serão consolados.” (Mat. 5:4) “Os que pranteiam” são o mesmo tipo de pessoas que os “cônscios de sua necessidade espiritual”. Eles não pranteiam no sentido de lamentar sua sorte na vida. Seu pranto se deve à tristeza causada por sua própria condição pecaminosa e pelas condições existentes devido à imperfeição humana. Por que os que pranteiam são “felizes”? Porque exercem fé em Deus e em Cristo e são consolados por terem uma boa relação com Deus. — João 3:36.
Será que pessoalmente lamentamos as injustiças, tão comuns no mundo de Satanás? Qual é, na realidade, o nosso conceito sobre o que o mundo tem a oferecer? O apóstolo João escreveu: “Tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai.” (1 João 2:16) Mas que dizer se percebemos que nossa própria espiritualidade está sendo desgastada pelo “espírito do mundo”, a força impelente que domina a sociedade humana alienada de Deus? Nesse caso, devemos orar fervorosamente, estudar a Palavra de Deus e buscar a ajuda dos anciãos. Ao nos achegarmos cada vez mais a Deus ‘acharemos consolo’, seja qual for a causa de nossa aflição. — 1 Cor. 2:12; Sal. 119:52; Tia. 5:14, 15.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
“Os cônscios de sua necessidade espiritual”
“Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual, porque a eles pertence o reino dos céus.” (Mat. 5:3) “Os cônscios de sua necessidade espiritual” reconhecem sua carência nesse sentido e que precisam da misericórdia de Deus.
Os cônscios de sua necessidade espiritual são felizes “porque a eles pertence o reino dos céus”. Aceitar a Jesus como Messias abriu para seus discípulos a oportunidade de governar com ele no Reino celestial de Deus. (Luc. 22:28-30) Quer tenhamos a esperança de ser co-herdeiros de Cristo no céu, quer de viver para sempre no paraíso terrestre sob o governo do Reino, podemos ser felizes se realmente estivermos cônscios de nossa necessidade espiritual e bem cientes de que dependemos de Deus.
Nem todos estão cônscios de sua necessidade espiritual, pois muitos não têm fé e não dão valor às coisas sagradas. (2 Tes. 3:1, 2; Heb. 12:16) Para suprir nossa necessidade espiritual temos o estudo diligente da Bíblia, a atividade zelosa em fazer discípulos e a freqüência às reuniões cristãs. — Mat. 28:19, 20; Heb. 10:23-25.
Os cônscios de sua necessidade espiritual são felizes “porque a eles pertence o reino dos céus”. Aceitar a Jesus como Messias abriu para seus discípulos a oportunidade de governar com ele no Reino celestial de Deus. (Luc. 22:28-30) Quer tenhamos a esperança de ser co-herdeiros de Cristo no céu, quer de viver para sempre no paraíso terrestre sob o governo do Reino, podemos ser felizes se realmente estivermos cônscios de nossa necessidade espiritual e bem cientes de que dependemos de Deus.
Nem todos estão cônscios de sua necessidade espiritual, pois muitos não têm fé e não dão valor às coisas sagradas. (2 Tes. 3:1, 2; Heb. 12:16) Para suprir nossa necessidade espiritual temos o estudo diligente da Bíblia, a atividade zelosa em fazer discípulos e a freqüência às reuniões cristãs. — Mat. 28:19, 20; Heb. 10:23-25.
Como as palavras de Jesus promovem a felicidade
‘[Jesus] subiu ao monte e vieram a ele os seus discípulos; e ele começou a ensiná-los.’ — MAT. 5:1, 2.
É O ANO de 31 EC. Jesus interrompe brevemente sua viagem de pregação na Galiléia para comemorar a Páscoa em Jerusalém. (João 5:1) Voltando à Galiléia, ele ora a noite inteira em busca de orientação divina para a escolha dos 12 apóstolos. No dia seguinte ajunta-se uma multidão enquanto Jesus cura os doentes. Reunido com seus discípulos e outros, ele se senta na encosta de um monte e começa a ensinar. — Mat. 4:23–5:2; Luc. 6:12-19.
2 Jesus inicia seu discurso — o Sermão do Monte — mostrando que a felicidade resulta de uma boa relação com Deus. (Leia Mateus 5:1-12.) Felicidade é ‘uma condição de bem-estar que vai do contentamento à intensa alegria’. As nove bem-aventuranças que Jesus considerou destacam o motivo da felicidade dos cristãos e essas palavras são tão proveitosas hoje como eram uns 2 mil anos atrás. Examinemos agora cada uma dessas palavras.
É O ANO de 31 EC. Jesus interrompe brevemente sua viagem de pregação na Galiléia para comemorar a Páscoa em Jerusalém. (João 5:1) Voltando à Galiléia, ele ora a noite inteira em busca de orientação divina para a escolha dos 12 apóstolos. No dia seguinte ajunta-se uma multidão enquanto Jesus cura os doentes. Reunido com seus discípulos e outros, ele se senta na encosta de um monte e começa a ensinar. — Mat. 4:23–5:2; Luc. 6:12-19.
2 Jesus inicia seu discurso — o Sermão do Monte — mostrando que a felicidade resulta de uma boa relação com Deus. (Leia Mateus 5:1-12.) Felicidade é ‘uma condição de bem-estar que vai do contentamento à intensa alegria’. As nove bem-aventuranças que Jesus considerou destacam o motivo da felicidade dos cristãos e essas palavras são tão proveitosas hoje como eram uns 2 mil anos atrás. Examinemos agora cada uma dessas palavras.
Por que a pregação do apóstolo Paulo em Éfeso causou alvoroço entre os prateiros?
Os prateiros de Éfeso prosperaram fabricando “santuários de prata para Ártemis”, padroeira de Éfeso, deusa da caça, da fertilidade e do parto. (Atos 19:24) Sua imagem supostamente havia caído “do céu”, e ela foi colocada no templo de Ártemis, em Éfeso. (Atos 19:35) Esse templo era considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo. Todo ano, multidões de peregrinos afluíam a Éfeso durante março/abril para assistir às festividades em honra à Ártemis. O grande número de visitantes resultava na demanda de objetos de veneração para serem usados como suvenires, amuletos, ofertas para a deusa ou para a adoração em família quando os peregrinos voltassem para casa. Antigas inscrições em Éfeso falam da fabricação de estátuas de ouro e prata de Ártemis, e outras inscrições mencionam especificamente a sociedade de prateiros.
Paulo ensinou que os ídolos ‘feitos por mãos não são deuses’. (Atos 19:26) Assim, os prateiros viram seu meio de vida ameaçado e provocaram um tumulto para protestar contra a pregação de Paulo. Demétrio, um dos prateiros, resumiu os temores deles dizendo: “Não somente existe o perigo de que esta ocupação nossa venha a cair em descrédito, mas também que o templo da grande deusa Ártemis venha a ser estimado em nada, e que até mesmo a sua magnificência, que todo o distrito da Ásia e a terra habitada adora, esteja prestes a ser reduzida a nada.” — Atos 19:27.
Paulo ensinou que os ídolos ‘feitos por mãos não são deuses’. (Atos 19:26) Assim, os prateiros viram seu meio de vida ameaçado e provocaram um tumulto para protestar contra a pregação de Paulo. Demétrio, um dos prateiros, resumiu os temores deles dizendo: “Não somente existe o perigo de que esta ocupação nossa venha a cair em descrédito, mas também que o templo da grande deusa Ártemis venha a ser estimado em nada, e que até mesmo a sua magnificência, que todo o distrito da Ásia e a terra habitada adora, esteja prestes a ser reduzida a nada.” — Atos 19:27.
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