Jesus disse aos seus discípulos: “Se vós fizésseis parte do mundo, o mundo estaria afeiçoado ao que é seu. Agora, porque não fazeis parte do mundo, mas eu vos escolhi do mundo, por esta razão o mundo vos odeia. . . . Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós.” (João 15:19, 20) A verdade simples é que a única maneira de se ter a amizade do mundo é tornar-se igual a ele, compartilhar seus desejos, suas ambições e seus preconceitos, admirando seu modo de pensar e suas filosofias e adotando suas práticas e modos de agir. Mas os apoiadores deste mundo não gostam que se exponham os erros deles ou que sejam avisados a respeito dos perigos a que tal proceder leva. Este é o motivo pelo qual, quando se segue a Bíblia, quando se apóia seus ensinos quanto à conduta e à maneira de vida, bem como quando se fala a favor dela, simplesmente não se pode escapar do ódio do mundo. — João 17:14; 2 Timóteo 3:12.
Portanto, a Bíblia mostra que temos uma escolha clara. Lemos em Tiago 4:4: “Não sabeis que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Portanto, todo aquele que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” Deus também tem suas normas de amizade e estas não estão em harmonia com as do mundo da humanidade pecadora. — Salmo 15:1-5 (14:1-5, ver. cat.).
Termos a amizade de Deus, que resulta na sobrevivência para a sua nova ordem, depende de muito mais do que pertencermos ou não a certas organizações deste mundo. Se evidenciarmos o espírito do mundo, se compartilharmos do seu ponto de vista mundano quanto à vida, então nos identificaremos como amigos do mundo, e não de Deus. O espírito do mundo produz as “obras da carne”, coisas tais como “fornicação, impureza, conduta desenfreada, idolatria, prática de espiritismo, inimizades, rixa, ciúme, acessos de ira, contendas, divisões, seitas, invejas, bebedeiras, festanças e coisas semelhantes a estas”. A Bíblia diz claramente que “os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus”. Exatamente ao contrário, se formos amigos de Deus teremos o seu espírito junto com os frutos de “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio”. — Gálatas 5:19-23.
Então, o espírito de quem refletimos nós? Isto nos ajudará a saber os amigos de quem realmente somos. Visto que vivemos neste atual mundo mau, sujeitos às suas influências, não devemos ficar surpresos se acharmos necessário fazer mudanças na nossa vida, a fim de agradar a Deus. As pessoas do mundo, por exemplo, honram e glorificam pessoas cujo impulso ambicioso os leva a ter grande riqueza, poder ou fama. As pessoas se amoldam a tais heróis e ídolos mundanos, imitando-os na fala, na conduta, na aparência e na vestimenta. Quer ser identificado como admirador de tais? As consecuções de tais pessoas são exatamente contrárias ao que a Palavra de Deus nos exorta a tomar por objetivo na vida. A Bíblia indica-nos a riqueza espiritual e a força e honra de se servir como representantes e porta-vozes de Deus na terra. (1 Timóteo 6:17-19; 2 Timóteo 1:7, 8; Jeremias 9:23, 24) A propaganda comercial do mundo volta as pessoas para o materialismo. Chegam a crer que a sua felicidade depende só dos bens materiais e dão a estes muito mais importância do que à Palavra de Deus ou às coisas de valor espiritual. Tais bens lhe obterão a amizade do mundo, mas o cortarão da amizade com Deus. O que lhe é de mais importância? O que lhe trará felicidade maior e mais duradoura?
É fácil seguir o modelo do mundo. E por causa de seu mau espírito, os apoiadores deste mundo ressentem-se quando adota um proceder separado. (1 Pedro 4:3, 4) Exercerão pressão sobre sua pessoa para se amoldar a eles, para deixar que a sociedade humana, mundana, o amolde à sua semelhança. A sabedoria do mundo — suas filosofias sobre o que dá bom êxito na vida — serão usadas para controlar seu modo de pensar. Por isso, requer verdadeiro esforço e fé ‘transformar a mente’ para ver as coisas do ponto de vista de Deus e compreender por que ‘a sabedoria deste mundo é tolice aos seus olhos’. (1 Coríntios 1:18-20; 2:14-16; 3:18-20) Por meio do estudo diligente da Palavra de Deus, podemos perceber a sabedoria falsa do mundo, ver os maus resultados que ela já está trazendo e o fim desastroso a que terá de levar. Assim podemos também chegar a reconhecer plenamente a sabedoria do modo de agir de Deus e as bênçãos certas que isto garante.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
QUAL É O AMOR CORRETO PARA COM OS DO MUNDO?
Será que ‘não fazer parte do mundo’ significa que é preciso tornar-se ‘odiador da humanidade’? De modo algum. Antes, deve imitar a Deus. Conforme registrado em João 3:16, Jesus Cristo nos diz: “Deus amou tanto o mundo [da humanidade], que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” A benignidade e a compaixão de Deus para com toda espécie de pessoas nos fornecem o exemplo a seguir. — Mateus 5:44-48.
Mas não nos diz o apóstolo João: “Não estejais amando nem o mundo, nem as coisas no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”? Se Deus amou o mundo, então por que é que o apóstolo diz isso? — 1 João 2:15.
A Bíblia mostra que Deus amou o mundo da humanidade simplesmente como humanos, pessoas num estado imperfeito e moribundo, desesperadas em necessidade de ajuda, quer reconhecessem isso, quer não. Mas ele não amou as qualidades ímpias que tinham e que se manifestavam em desejos errados. Ele não amou os atos ímpios que praticavam. O apóstolo João advertiu contra o amor aos desejos errados e aos atos errados do mundo da humanidade, dizendo: “Porque tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas origina-se do mundo. Outrossim, o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” — 1 João 2:15-17.
Sim, tais desejos da carne e dos olhos, e o desejo de enaltecimento pessoal, ‘originam-se do mundo’ — foram criados pelos primeiros pais da humanidade e os levaram a um proceder de rebelião. (Gênesis 3:1-6, 17) O desejo errado os induziu a procurar ser independentes de Deus, para que pudessem seguir interesses egoístas, em desacordo com a vontade dele. Seguirem estes desejos egoístas levou-os a violar a lei de Deus.
Veja o que pode observar em sua volta, em nosso tempo. Não desenvolvem a maioria das pessoas atualmente sua vida em torno dos desejos da carne e dos olhos, e da “ostentação dos meios de vida da pessoa”? Não são estas as coisas que formulam as esperanças e os interesses da grande maioria da humanidade, governando seu modo de agir e seus tratos com outros? Sim, e isto os levou a violar as leis de Deus. Por causa disso, a história da humanidade é um longo registro de desunião e de guerra, de imoralidade e de crime, de ganância comercial e de opressão, e de ambição orgulhosa e empenho por fama e poder.
Podemos assim ver a diferença entre amar o mundo assim como Deus amou e amar seus desejos e suas práticas erradas, o que o apóstolo condena. O amor de Deus ao mundo da humanidade expressou-se no próprio objetivo de abrir o caminho para que esta se libertasse destes desejos pecadores e de seus maus resultados, inclusive da própria morte. Ele expressou este amor a um grande custo para si mesmo, entregando seu próprio Filho como sacrifício para resgatar a humanidade. Mas, quanto a todo aquele que rejeitar este sacrifício e continuar deliberadamente desobediente, a Bíblia diz que “o furor de Deus permanece sobre ele”. — João 3:16, 36; Romanos 5:6-8.
Que dizer, então, de nós? Amamos as pessoas do mundo por causa do interesse sincero nelas como outros humanos, como pessoas que precisam de ajuda para encontrar o caminho da vida no favor de Deus? Ou amamos as próprias coisas que as refreiam de se tornar servos de Deus — o proceder independente, em que passam a violar as leis de Deus para satisfazer seus interesses carnais egoístas e sua preocupação com a sua própria importância e glória, em vez de as de Deus? Se nos sentirmos atraídos a pessoas e gostarmos de estar com elas por causa destas qualidades más, então amamos o mundo dum modo contra o qual o apóstolo advertiu.
Visto que muitos, nos dias de Jesus, amavam o proceder mau do mundo, evitavam tomar posição firme como discípulos de Jesus. Não queriam perder sua popularidade e sua posição entre as pessoas de seus círculos sociais e religiosos. Amavam o louvor dos homens mais do que a aprovação de Deus. (João 12:42, 43) Alguns faziam obras de caridade e outros atos religiosos — mas principalmente porque queriam ter prestígio perante os homens, sim, perante o mundo da humanidade. (Mateus 6:1-6; 23:5-7; Marcos 12:38-40) Não observa pessoas, mesmo grande número das da cristandade, que mostram a mesma espécie de amor ao proceder errado do mundo atual? Sim, a Bíblia mostra que este não é o proceder que leva à sobrevivência.
Mas não nos diz o apóstolo João: “Não estejais amando nem o mundo, nem as coisas no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”? Se Deus amou o mundo, então por que é que o apóstolo diz isso? — 1 João 2:15.
A Bíblia mostra que Deus amou o mundo da humanidade simplesmente como humanos, pessoas num estado imperfeito e moribundo, desesperadas em necessidade de ajuda, quer reconhecessem isso, quer não. Mas ele não amou as qualidades ímpias que tinham e que se manifestavam em desejos errados. Ele não amou os atos ímpios que praticavam. O apóstolo João advertiu contra o amor aos desejos errados e aos atos errados do mundo da humanidade, dizendo: “Porque tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas origina-se do mundo. Outrossim, o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” — 1 João 2:15-17.
Sim, tais desejos da carne e dos olhos, e o desejo de enaltecimento pessoal, ‘originam-se do mundo’ — foram criados pelos primeiros pais da humanidade e os levaram a um proceder de rebelião. (Gênesis 3:1-6, 17) O desejo errado os induziu a procurar ser independentes de Deus, para que pudessem seguir interesses egoístas, em desacordo com a vontade dele. Seguirem estes desejos egoístas levou-os a violar a lei de Deus.
Veja o que pode observar em sua volta, em nosso tempo. Não desenvolvem a maioria das pessoas atualmente sua vida em torno dos desejos da carne e dos olhos, e da “ostentação dos meios de vida da pessoa”? Não são estas as coisas que formulam as esperanças e os interesses da grande maioria da humanidade, governando seu modo de agir e seus tratos com outros? Sim, e isto os levou a violar as leis de Deus. Por causa disso, a história da humanidade é um longo registro de desunião e de guerra, de imoralidade e de crime, de ganância comercial e de opressão, e de ambição orgulhosa e empenho por fama e poder.
Podemos assim ver a diferença entre amar o mundo assim como Deus amou e amar seus desejos e suas práticas erradas, o que o apóstolo condena. O amor de Deus ao mundo da humanidade expressou-se no próprio objetivo de abrir o caminho para que esta se libertasse destes desejos pecadores e de seus maus resultados, inclusive da própria morte. Ele expressou este amor a um grande custo para si mesmo, entregando seu próprio Filho como sacrifício para resgatar a humanidade. Mas, quanto a todo aquele que rejeitar este sacrifício e continuar deliberadamente desobediente, a Bíblia diz que “o furor de Deus permanece sobre ele”. — João 3:16, 36; Romanos 5:6-8.
Que dizer, então, de nós? Amamos as pessoas do mundo por causa do interesse sincero nelas como outros humanos, como pessoas que precisam de ajuda para encontrar o caminho da vida no favor de Deus? Ou amamos as próprias coisas que as refreiam de se tornar servos de Deus — o proceder independente, em que passam a violar as leis de Deus para satisfazer seus interesses carnais egoístas e sua preocupação com a sua própria importância e glória, em vez de as de Deus? Se nos sentirmos atraídos a pessoas e gostarmos de estar com elas por causa destas qualidades más, então amamos o mundo dum modo contra o qual o apóstolo advertiu.
Visto que muitos, nos dias de Jesus, amavam o proceder mau do mundo, evitavam tomar posição firme como discípulos de Jesus. Não queriam perder sua popularidade e sua posição entre as pessoas de seus círculos sociais e religiosos. Amavam o louvor dos homens mais do que a aprovação de Deus. (João 12:42, 43) Alguns faziam obras de caridade e outros atos religiosos — mas principalmente porque queriam ter prestígio perante os homens, sim, perante o mundo da humanidade. (Mateus 6:1-6; 23:5-7; Marcos 12:38-40) Não observa pessoas, mesmo grande número das da cristandade, que mostram a mesma espécie de amor ao proceder errado do mundo atual? Sim, a Bíblia mostra que este não é o proceder que leva à sobrevivência.
É preciso que os que hão de sobreviver ‘não façam parte do mundo’
TODOS nós, humanos, estamos “no mundo”, quer dizer, vivemos no mundo da humanidade. No entanto, Jesus Cristo disse que seus seguidores não devem ‘fazer parte do mundo’. (João 17:11, 14) O que queria dizer com isso? Se esperamos estar entre os que hão de sobreviver para a vida na nova ordem de Deus, teremos de compreender isso.
Primeiro, veja o que ‘não fazer parte do mundo’ não significa. Não significa que nos tenhamos de isolar das pessoas. Não significa vivermos como ermitãos numa caverna ou nos recolhermos a um mosteiro ou outro lugar isolado. Ao contrário, na noite antes da sua morte, Jesus orou a seu Pai a favor de seus discípulos, dizendo: “Solicito-te, não que os tires do mundo, mas que vigies sobre eles por causa do iníquo. Não fazem parte do mundo, assim como eu não faço parte do mundo.” — João 17:15, 16.
Em vez de se ocultar das pessoas, os discípulos de Jesus foram ‘enviados ao mundo’ para divulgar a verdade. (João 17:18) Deviam servir como “a luz do mundo”, deixando a luz da verdade brilhar perante os homens, para que estes vissem como a verdade de Deus afeta a vida das pessoas para o bem. — Mateus 5:14-16.
Os cristãos, necessariamente, precisam ter contato com muitas pessoas ao trabalharem para sustentar a si mesmos e sua família e ao proclamarem as boas novas do reino de Deus à humanidade. Portanto, conforme mostra o apóstolo Paulo, não se espera que ‘saiam do mundo’ de modo físico. Não podem inteiramente ‘cessar de ter convivência’ com pessoas do mundo. Mas podem e devem impedir que o proceder errado da maioria da humanidade influa neles e na congregação cristã. — 1 Coríntios 5:9-11.
Portanto, precisam ser semelhantes a Noé e sua família. Nos dias de Noé, “todo mortal corrompera a sua conduta sobre a terra”. (Gênesis 6:12, PIB) Mas Noé e sua família eram diferentes. Por negar-se a participar com os demais da humanidade no seu proceder ímpio e por pregar a justiça, Noé “condenou o mundo”, mostrando que este era inescusável no seu desacordo com a vontade de Deus. (Hebreus 11:7; 2 Pedro 2:5) Este é o motivo pelo qual ele e sua família sobreviveram, quando o dilúvio global acabou com a humanidade ímpia. Eles estavam “no mundo”, mas ao mesmo tempo ‘não faziam parte do mundo’. — Gênesis 6:9-13; 7:1; Mateus 24:38, 39.
Primeiro, veja o que ‘não fazer parte do mundo’ não significa. Não significa que nos tenhamos de isolar das pessoas. Não significa vivermos como ermitãos numa caverna ou nos recolhermos a um mosteiro ou outro lugar isolado. Ao contrário, na noite antes da sua morte, Jesus orou a seu Pai a favor de seus discípulos, dizendo: “Solicito-te, não que os tires do mundo, mas que vigies sobre eles por causa do iníquo. Não fazem parte do mundo, assim como eu não faço parte do mundo.” — João 17:15, 16.
Em vez de se ocultar das pessoas, os discípulos de Jesus foram ‘enviados ao mundo’ para divulgar a verdade. (João 17:18) Deviam servir como “a luz do mundo”, deixando a luz da verdade brilhar perante os homens, para que estes vissem como a verdade de Deus afeta a vida das pessoas para o bem. — Mateus 5:14-16.
Os cristãos, necessariamente, precisam ter contato com muitas pessoas ao trabalharem para sustentar a si mesmos e sua família e ao proclamarem as boas novas do reino de Deus à humanidade. Portanto, conforme mostra o apóstolo Paulo, não se espera que ‘saiam do mundo’ de modo físico. Não podem inteiramente ‘cessar de ter convivência’ com pessoas do mundo. Mas podem e devem impedir que o proceder errado da maioria da humanidade influa neles e na congregação cristã. — 1 Coríntios 5:9-11.
Portanto, precisam ser semelhantes a Noé e sua família. Nos dias de Noé, “todo mortal corrompera a sua conduta sobre a terra”. (Gênesis 6:12, PIB) Mas Noé e sua família eram diferentes. Por negar-se a participar com os demais da humanidade no seu proceder ímpio e por pregar a justiça, Noé “condenou o mundo”, mostrando que este era inescusável no seu desacordo com a vontade de Deus. (Hebreus 11:7; 2 Pedro 2:5) Este é o motivo pelo qual ele e sua família sobreviveram, quando o dilúvio global acabou com a humanidade ímpia. Eles estavam “no mundo”, mas ao mesmo tempo ‘não faziam parte do mundo’. — Gênesis 6:9-13; 7:1; Mateus 24:38, 39.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Outros Traços da Religião Verdadeira
Se religião é ‘reverência a um poder sobre-humano reconhecido como criador e governante do universo’, certamente a religião verdadeira tem de dirigir a adoração ao único Deus verdadeiro, Deus. Não pode anuviar o entendimento das pessoas sobre Deus ensinando conceitos pagãos tais como um Deus trino, em que o Pai partilha sua onipotência, glória, e eternidade com duas outras pessoas numa misteriosa Trindade. (Deuteronômio 6:4; 1 Coríntios 8:6) Também tem de tornar conhecido o inigualável nome de Deus, , e honrar esse nome, deveras levar o nome de Deus como povo organizado. (Salmo 83:18; Atos 15:14) Nisto seus praticantes têm de seguir o exemplo de Cristo Jesus. (João 17:6) Que povo hoje senão os estudntes da Bíblia cumprem este requisito?
O apóstolo Pedro declarou: “Outrossim, não há salvação em nenhum outro, pois não há outro nome [Jesus Cristo] debaixo do céu, que tenha sido dado entre os homens, pelo qual tenhamos de ser salvos.” (Atos 4:8-12) Portanto, a religião pura que oferecerá sobrevivência para o novo mundo de Deus tem de inspirar fé em Cristo e no valor do sacrifício de resgate. (João 3:16, 36; 17:3; Efésios 1:7) Ademais, tem de ajudar os adoradores verdadeiros a se submeterem a Cristo qual Rei reinante de Deus e ungido Sumo Sacerdote. — Salmo 2:6-8; Filipenses 2:9-11; Hebreus 4:14, 15.
A religião pura tem de basear-se na revelada vontade do único Deus verdadeiro e não em tradições ou filosofias criadas pelo homem. Nada saberíamos sobre Deus e seus propósitos maravilhosos, nem sobre Jesus e o sacrifício de resgate, se não fosse a Bíblia. os estudantes da Bíblia instilam no povo uma inabalável confiança na Bíblia. Além disso, demonstram por meio de sua vida diária que concordam com a declaração do apóstolo Paulo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, . . . a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” — 2 Timóteo 3:16, 17.
O apóstolo Pedro declarou: “Outrossim, não há salvação em nenhum outro, pois não há outro nome [Jesus Cristo] debaixo do céu, que tenha sido dado entre os homens, pelo qual tenhamos de ser salvos.” (Atos 4:8-12) Portanto, a religião pura que oferecerá sobrevivência para o novo mundo de Deus tem de inspirar fé em Cristo e no valor do sacrifício de resgate. (João 3:16, 36; 17:3; Efésios 1:7) Ademais, tem de ajudar os adoradores verdadeiros a se submeterem a Cristo qual Rei reinante de Deus e ungido Sumo Sacerdote. — Salmo 2:6-8; Filipenses 2:9-11; Hebreus 4:14, 15.
A religião pura tem de basear-se na revelada vontade do único Deus verdadeiro e não em tradições ou filosofias criadas pelo homem. Nada saberíamos sobre Deus e seus propósitos maravilhosos, nem sobre Jesus e o sacrifício de resgate, se não fosse a Bíblia. os estudantes da Bíblia instilam no povo uma inabalável confiança na Bíblia. Além disso, demonstram por meio de sua vida diária que concordam com a declaração do apóstolo Paulo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, . . . a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” — 2 Timóteo 3:16, 17.
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