Jesus realmente não predisse nenhum terremoto específico, mas profetizou a respeito dum período em que haveria uma atividade sísmica especialmente grande e ampla.
Quando seus discípulos quiseram saber, “Qual será o sinal da tua presença e da terminação dos sistema de coisas?” Jesus lhes disse, entre outras coisas: “Haverá . . . terremotos num lugar após outro.” (Segundo Mateus e Marcos.) O escritor dum Evangelho, Lucas, adiciona que Jesus também disse: “Haverá grandes terremotos.” Disse que, ao mesmo tempo, haveria grandes guerras, escassez de víveres e pestilências, e chamou-as de princípio das dores de aflição”. Estas condições aflitas, junto com as outras preditas, ocorrem desde o ano de 1914. Jesus também disse que antes que uma geração — a geração de 1914 — tivesse desaparecido, ocorreriam todas as coisas que profetizou, inclusive a vinda de “grande tribulação” por parte de Deus. Seguir-se-ia uma nova ordem, com uma terra paradísica. — Mat. 6:9, 10; 24:3-8, 21, 34; Marcos 13:3-8; Luc. 21:7-11.
Os “grandes terremotos” cuja ocorrência desde 1914 se deu “num lugar após outro”, comprovam a exatidão deste entendimento das palavras de Jesus. Mas, alguns arrazoam: ‘Já houve “grandes terremotos” no passado. Não poderia a predição de Jesus sobre os terremotos ser corretamente interpretada como se dando em qualquer geração?’
Não. Por um lado, como observado acima, a predição de terremotos feita por Jesus ocorre junto com outros ais, formando um “sinal” composto. Ademais, os grandes terremotos do passado foram em geral eventos isolados que ocorreram com anos, até mesmo séculos, de diferença. Não havia muitos deles em uma única geração.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Fornecem as religiões do mundo a liderança certa?
QUALQUER que seja a sua atitude para com a religião, certamente reconhece que ela exerce grande influência sobre a humanidade. Conforme declara a World Book Encyclopedia de 1970: “A religião tem sido uma das forças mais poderosas da história.”15
Com toda a sua influência sobre centenas de milhões de pessoas, constituem as religiões do mundo uma força genuína para a paz e a segurança? Ou contribuíram para a turbulência existente na terra? Será que lhes cabe realmente a maior responsabilidade por levar a humanidade face a face com a destruição do mundo?
Estas perguntas talvez surpreendam. Mas, talvez nos lembremos do que Cristo Jesus disse a respeito dos líderes religiosos dos seus dias: “Deixai-os. Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” (Mateus 15:14) Hoje em dia há centenas de religiões que afirmam ser cristãs e que se jactam de ter quase um bilhão de membros. As nações da cristandade estão entre as mais poderosas do mundo. Certamente, o que foi ensinado pelas religiões da cristandade teve muito que ver com as condições do mundo. Portanto, justificam a sua afirmativa de representar a Deus e a Cristo Jesus, e de seguir a Bíblia como a Palavra de Deus? Ou será que elas, bem como as outras religiões do mundo, na realidade, levam a humanidade a um conflito com Deus, um conflito que só pode resultar em desastre?
Se procurar uma vida pacífica e segura para si mesmo e para a sua família, deverá acolher com prazer uma consideração franca destas questões. A resposta a elas lhe revelará também outra coisa. Tornará possível que saiba exatamente quão fidedigna a Bíblia é e qual é a força da afirmação dela de ser a Palavra de Deus. Por quê?
Porque a Bíblia diz que tanto há uma religião verdadeira como uma falsa. E ela declara que Deus aprova e abençoa apenas a religião que se funda na verdade, estando livre de hipocrisia e engano. (Mateus 15:7-9; João 4:23, 24; Tito 1:16) Ela declara que apenas a verdadeira adoração em plena harmonia com a Palavra de Deus pode produzir pessoas que vivam em paz e união, com genuíno amor mútuo. (Isaías 32:17, 18; João 13:35) Se este for o caso, então, certamente, a religião que for contrária à Bíblia nunca poderá ser bem sucedida em levar a humanidade à verdadeira paz e segurança. Tem este sido o caso?
Com toda a sua influência sobre centenas de milhões de pessoas, constituem as religiões do mundo uma força genuína para a paz e a segurança? Ou contribuíram para a turbulência existente na terra? Será que lhes cabe realmente a maior responsabilidade por levar a humanidade face a face com a destruição do mundo?
Estas perguntas talvez surpreendam. Mas, talvez nos lembremos do que Cristo Jesus disse a respeito dos líderes religiosos dos seus dias: “Deixai-os. Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” (Mateus 15:14) Hoje em dia há centenas de religiões que afirmam ser cristãs e que se jactam de ter quase um bilhão de membros. As nações da cristandade estão entre as mais poderosas do mundo. Certamente, o que foi ensinado pelas religiões da cristandade teve muito que ver com as condições do mundo. Portanto, justificam a sua afirmativa de representar a Deus e a Cristo Jesus, e de seguir a Bíblia como a Palavra de Deus? Ou será que elas, bem como as outras religiões do mundo, na realidade, levam a humanidade a um conflito com Deus, um conflito que só pode resultar em desastre?
Se procurar uma vida pacífica e segura para si mesmo e para a sua família, deverá acolher com prazer uma consideração franca destas questões. A resposta a elas lhe revelará também outra coisa. Tornará possível que saiba exatamente quão fidedigna a Bíblia é e qual é a força da afirmação dela de ser a Palavra de Deus. Por quê?
Porque a Bíblia diz que tanto há uma religião verdadeira como uma falsa. E ela declara que Deus aprova e abençoa apenas a religião que se funda na verdade, estando livre de hipocrisia e engano. (Mateus 15:7-9; João 4:23, 24; Tito 1:16) Ela declara que apenas a verdadeira adoração em plena harmonia com a Palavra de Deus pode produzir pessoas que vivam em paz e união, com genuíno amor mútuo. (Isaías 32:17, 18; João 13:35) Se este for o caso, então, certamente, a religião que for contrária à Bíblia nunca poderá ser bem sucedida em levar a humanidade à verdadeira paz e segurança. Tem este sido o caso?
Quando o homem estava com Deus no paraíso
JÁ PENSAMOS alguma vez no que está envolvido nas expressões “o Criador dos céus” e também “Deus que criou todas as coisas”? Estas expressões indicam que houve um tempo em que Deus estava sozinho. (Isaías 42:5; Efésios 3:9) Não existia nenhuma criação. Portanto, durante um passado eterno, este Deus estava todo sozinho e ainda não se tornara Criador. É por isso que o profeta Moisés disse em oração a Deus: “Antes de nascerem os montes, ou a terra e o universo virem a ter dores de parto, e de eternidade a eternidade, tu és Deidade.” (Salmos 90:2, tradução inglesa de Byington) Durante todo este passado eterno, antes da criação, Deus pôde deleitar-se.
Veio o tempo em que Deus se propôs tornar-se Pai. Isto não significava tornar-se Criador de coisas inanimadas, ininteligentes. Significava dar existência a inteligências vivas, a filhos com alguma semelhança com ele, seu Pai. Propôs-se assim assumir a responsabilidade de ter uma família de filhos. Que espécie de filhos propôs-se produzir primeiro? Não filhos humanos, porque neste caso teria de produzir primeiro um globo terrestre em que pudessem viver. Razoavelmente, Deus produziria filhos que, iguais a Ele, fossem celestiais, sendo espirituais assim como Ele é espírito. Seriam assim filhos espirituais, que pudessem vê-lo e tivessem acesso direto à Sua presença, e com os quais pudesse comunicar-se diretamente.
A existência de tais filhos espirituais de Deus não é mera imaginação religiosa. O escritor do livro bíblico de Jó, provavelmente o profeta Moisés, fala deles no capítulo inicial do livro, dizendo: “Ora, veio a ser o dia em que os filhos do verdadeiro Deus entraram para tomar sua posição perante Deus.” (Jó 1:6) Uma segunda reunião destes filhos celestiais do verdadeiro Deus é trazida à nossa atenção em Jó 2:1. Existirem estes filhos espirituais de Deus nos céus invisíveis antes da criação de nossa terra é salientado ao Deus falar ao homem Jó, desde o invisível, e perguntar: “Onde vieste a estar quando fundei a terra? . . . quando as estrelas da manhã juntas gritavam de júbilo e todos os filhos de Deus começaram a bradar em aplauso?” Evidentemente, estes filhos de Deus, brilhando assim como as estrelas da manhã nos céus, estavam interessados no propósito de Deus, de criar nossa terra, e admiravam o modo em que ele a criou, ‘estendendo o norte sobre o vazio e suspendendo a terra sobre o nada’, no espaço. — Jó 38:4-7; 26:7.
Quem foi o primeiro filho espiritual de Deus que Ele criou? Este, em razão de sua prioridade, seria corretamente chamado de princípio da criação de Deus. Sendo o primeiro membro da família celestial de Deus, podia também ser chamado de primogênito de toda a criação. Pensarmos nisso agora nos faz lembrar do que diz o oitavo capítulo do livro de Provérbios, onde a sabedoria divina é retratada qual pessoa que fala sobre si mesma. Naturalmente, no texto original hebraico de Provérbios, a palavra “sabedoria” (hhakhmáh) é do gênero feminino e fala sobre si mesma como pessoa feminina. (Provérbios 8:1-4) Naturalmente, a sabedoria divina não possui existência separada a parte de Deus.
Veio o tempo em que Deus se propôs tornar-se Pai. Isto não significava tornar-se Criador de coisas inanimadas, ininteligentes. Significava dar existência a inteligências vivas, a filhos com alguma semelhança com ele, seu Pai. Propôs-se assim assumir a responsabilidade de ter uma família de filhos. Que espécie de filhos propôs-se produzir primeiro? Não filhos humanos, porque neste caso teria de produzir primeiro um globo terrestre em que pudessem viver. Razoavelmente, Deus produziria filhos que, iguais a Ele, fossem celestiais, sendo espirituais assim como Ele é espírito. Seriam assim filhos espirituais, que pudessem vê-lo e tivessem acesso direto à Sua presença, e com os quais pudesse comunicar-se diretamente.
A existência de tais filhos espirituais de Deus não é mera imaginação religiosa. O escritor do livro bíblico de Jó, provavelmente o profeta Moisés, fala deles no capítulo inicial do livro, dizendo: “Ora, veio a ser o dia em que os filhos do verdadeiro Deus entraram para tomar sua posição perante Deus.” (Jó 1:6) Uma segunda reunião destes filhos celestiais do verdadeiro Deus é trazida à nossa atenção em Jó 2:1. Existirem estes filhos espirituais de Deus nos céus invisíveis antes da criação de nossa terra é salientado ao Deus falar ao homem Jó, desde o invisível, e perguntar: “Onde vieste a estar quando fundei a terra? . . . quando as estrelas da manhã juntas gritavam de júbilo e todos os filhos de Deus começaram a bradar em aplauso?” Evidentemente, estes filhos de Deus, brilhando assim como as estrelas da manhã nos céus, estavam interessados no propósito de Deus, de criar nossa terra, e admiravam o modo em que ele a criou, ‘estendendo o norte sobre o vazio e suspendendo a terra sobre o nada’, no espaço. — Jó 38:4-7; 26:7.
Quem foi o primeiro filho espiritual de Deus que Ele criou? Este, em razão de sua prioridade, seria corretamente chamado de princípio da criação de Deus. Sendo o primeiro membro da família celestial de Deus, podia também ser chamado de primogênito de toda a criação. Pensarmos nisso agora nos faz lembrar do que diz o oitavo capítulo do livro de Provérbios, onde a sabedoria divina é retratada qual pessoa que fala sobre si mesma. Naturalmente, no texto original hebraico de Provérbios, a palavra “sabedoria” (hhakhmáh) é do gênero feminino e fala sobre si mesma como pessoa feminina. (Provérbios 8:1-4) Naturalmente, a sabedoria divina não possui existência separada a parte de Deus.
“Sacerdotes Pedófilos”
“Uma rajada de escândalos de abusos sexuais de crianças levou a Igreja Católica Romana a uma investigação de amplo alcance de sacerdotes pedófilos — fenômeno que os críticos dizem que há muito a hierarquia da Igreja mantém encoberto”, comenta o jornal The Herald-News, de Joliet, Illinois, EUA. “Nos últimos nove meses, sete sacerdotes na região de Chicago foram removidos de paróquias e um foi indiciado devido a queixas de maus-tratos sexuais que envolviam crianças.” Uma comissão de três membros foi nomeada pelo Cardeal Joseph Bernardin para decidir como lidar com o problema que, segundo um porta-voz da Igreja, “é bem mais grave do que se imaginava” e que se estima envolver centenas de sacerdotes em todo o país. Fazem-se agora esforços para remover os sacerdotes transgressores, anteriormente transferidos para outras paróquias. Algumas pessoas, porém, ainda estão apreensivas. “Eles não entendem a profundidade dos danos psicológicos quando se é prejudicado por alguém que representa a Igreja, a qual, cremos, formulou nossos valores, moral e princípios”, disse a mãe dum menino que sofreu abusos sexuais.
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